domingo, 7 de novembro de 2010

CARACTERISTICA DA ESCRITA E DA LEITURA - ALFABÉTICO

NÍVEL ALFABÉTICO
A hipótese silábico-alfabética também não satisfaz completamente a criança, e ela prossegue sua pesquisa em busca de uma solução mais completa que só será alcançada, através da constituição alfabética de sílabas.
O aluno começa a escrever alfabeticamente algumas sílabas e, outras permanecem escrevendo na hipótese silábica. São escritas silábico-alfabéticas, mas já fazem parte do nível alfabético, mesmo se tratando do uso de dois tipos de concepção.
O nível alfabético se caracteriza pelo reconhecimento do som da letra.
Entretanto, a criança ainda não consegue, nesse nível, a solução de todos os problemas no que se refere à leitura e escrita, entre eles:

 Primeiro problema que a criança enfrenta se refere aos tipos de sílabas. As crianças, de modo geral, generalizam que todas as sílabas têm sempre duas letras (isso se dá pela freqüência de sílaba com duas letras na nossa escrita) e dificilmente concluem, automaticamente, que existem silabas de uma, duas, três, quatro ou cinco letras. Devido à freqüência de sílabas constituídas de consoante e vogal, os alunos acreditam que todas as sílabas são assim. Quando deparam com palavras ou sílabas iniciadas por vogais, fazem a inversão na escrita e também na leitura. Exemplo:

ARVORE = RAVORE.
 Segundo problema que as crianças vivenciam é a separação das palavras na produção de textos. Durante a escrita de textos espontâneos, as crianças ora emendam palavras, ora dividem palavras em duas ou três partes. Isso acontece porque, quando a criança escreve, concentra-se na sílaba; assim, as palavras tendem a desaparecer como um todo. Aparecem as primeiras junturas (quando escreve a criança várias palavras emendadas) e segmentações (quando escreve separando, indevidamente, as palavras), muito comuns nas escritas dos alunos ao ingressarem no nível alfabético, e que, nesse nível, serão trabalhadas visando, desde já, a construção da base ortográfica.
 Terceiro problema refere-se à ênfase sobre a escrita fonética. A criança, ao dar ênfase à escrita fonética, ou seja, a adequação fonética do escrito ao sonoro enfrenta as questões ortográficas. Descobre que uma mesma letra pode ter som de outras letras, como, por exemplo, X com som de CH, S com som de z etc., chegando a constatar que isso acontece em muitas palavras. Exemplo: chave, chaveiro, chácara, xícara, xale, Elisabete, roseira etc.
 Por último, a criança enfrenta dificuldades na escrita e na leitura de sílabas complexas. A compreensão de grupos consonantais é fruto de muito esforço lógico de raciocínio e não de memorização ou fixação mecânica.
A aquisição da base ortográfica envolve a inter-relação de componentes lógicos, perceptivos, motores, afetivos, sociais e culturais na aprendizagem.
O nível alfabético constitui o final da evolução construtiva do aprendizado da leitura e da escrita. Uma aprendizagem marcada pela reelaboração pessoal do aluno e da reflexão lógica.
CARACTERÍSTICAS DA ESCRITA E DA LEITURA
  •  Reconhecimento pela criança dos sons das letras.
  •  A criança consegue estabelecer uma vinculação mais coerente entre leitura e escrita.
  •  A criança concentra-se na sílaba para escrever.
  •  Surge a adequação do escrito ao sonoro.
  •  A criança escreve do jeito que fala (presença da oralidade na escrita).
  •  A criança compreende que cada um dos caracteres da escrita (letras) corresponde a valores sonoros menores que a silaba.
  •  Leitura sem imagem e com imagem.
  •  Surgem os problemas relativos à ortografia.
TRABALHANDO COM LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS
Algumas crianças chegam ao nível alfabético apresentando dificuldades, tais como:
  1.  alunos que lêem alfabeticamente e ainda produzem escritas silábicas;
  2.  alunos que já escrevem quase alfabeticamente e não decodificam um texto convencional.
Isso acontece porque a leitura e a escrita não foram desenvolvidas, até então, de forma correlacionada durante o processo de aprendizagem.
O professor atento a essas dificuldades, que são normais no nível alfabético, propiciará aos alunos oportunidades para vincular as ações de ler e de escrever. A possibilidade de exercê-las num mesmo contexto auxilia o domínio de ambas.
A prática de produção de textos é uma atividade essencial ao longo de todo o processo de alfabetização. No nível alfabético, a criança já é capaz de escrever sozinho o seu próprio texto.
A produção de textos é uma atividade expressiva e criativa que envolve reflexão constante, uma reflexão lógica.
Essa reflexão é de suma importância em todas as ações inteligentes para decidir como se escrevem palavras cuja escrita não está memorizada.
A leitura de textos, por sua vez, envolve a seleção pelo professor dos tipos de textos que serão oferecidos aos alunos de primeira série ou pré-escolar, já alfabéticos, tendo em vista oferecer experiências múltiplas, concretas e reais com o verdadeiro uso da coisa escrita na vida de alguém.
A produção de textos pode ser individual ou coletiva. O importante é que a criança de primeiro ano do primeiro ciclo do Ensino Fundamental ou pré-escolar leia e escreva muito, e que todas as suas produções sejam muito valorizadas pelo professor e outros.
Cada criança escreve do seu jeito e não há "certo" ou "errado" neste momento. O texto produzido pelo aluno é como um desenho ou qualquer outra forma de manifestação expressiva. Não cabe, absolutamente, qualquer forma de correção ou de modificação.
Esses textos são um indicador valioso sobre o andamento do processo de aprendizagem dos alunos. Eles fornecem dados que poderão ser utilizados em outras atividades de escrita.
É preciso que, em alguns momentos, o professor se torne o escriba da turma, porque é indispensável para o aluno poder perceber atos de escrita de pessoas alfabetizadas, sejam na escrita de textos, palavras ou letras. Isso possibilita ao aluno a análise de aspectos espaciais e motores envolvidos, bem como a direção que se segue ao escrever (da esquerda para a direita), os tipos de sinais gráficos utilizados (letras, sinais de pontuação), tipos de letras e suas modalidades, a ortografia das palavras, como também observar que se escrevem tudo (e não só os substantivos). É importante que o professor leia o texto escrito para as crianças, apontando, com uma régua, o que está lendo.
Os textos são trabalhados em sala de aula para serem analisados nos dias subseqüentes à sua produção. Nesse sentido, devem ser expostos na parede, para visualização dos alunos. Poderão ser transcritos para os alunos, que os utilizarão em inúmeras atividades e explorações didáticas.
SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O TRABALHO COM TEXTOS

Uma mesma atividade pode ser trabalhada com crianças em vários níveis no processo de aquisição da escrita e da leitura, contanto que ela englobe um espaço amplo de problemas e que o professor provoque, diferentemente, com questões e desafios adaptados aos alunos em situações desiguais, reconhecendo e valorizando as suas respostas e comportamentos frente ao que foi proposto.
Assim, as atividades aqui sugeridas podem atender também a outros níveis, que não apenas ao alfabético; o que muda é o foco de interesse didático.
  •  Produção de texto a partir do desenho do aluno.
  •  Exploração dos textos individuais com toda a classe.
  •  Sugerir a escrita de textos a partir de outros textos já conhecidos pelos alunos: letras de música, poesias, histórias memorizadas, descrição de brincadeiras, regras de jogos etc. (também podem ser utilizados para leitura e análise).
  •  Produção de textos coletivos sobre acontecimentos ou interesses dos alunos naquele momento.
  •  Atividades a partir de um texto:
  1.  leituras globais ou parciais;
  2.  reconhecimento de palavras, frases ou letras no texto;
  3.  análise de palavras do texto quanto ao número de sílabas e de letras, quanto à letra inicial ou final etc.;
  4.  ditado de palavras e frases relativas ao texto trabalhado;
  5.  copiar palavras do texto com uma, duas, três sílabas etc.;
  6.  remontagem do texto com fichas de frases ou palavras;
  7. produção de um desenho para ilustrar o texto;
  8.  separar frases em palavras;
  9.  completar com palavras
  10.  escolher palavras do texto e elaborar pequenas frases;
  11.  ditar palavras do texto para um colega e vice-versa;
  12.  registrar, à frente das frases, o número de palavras que a compõem;
  13.  montar frases com fichas das palavras do texto;
  14.  produções de histórias em quadrinhos.
  •  leitura e narração de histórias pelo professor
O TRABALHO COM SÍLABAS
A criança começa a construção da sílaba desde o nível silábico, quando percebe que não pode ler o que foi escrito por ela. Prossegue no nível silábico-alfabético quando acrescenta letras nos seus escritos sem resolver o problema, que só vai ser superado com a escrita alfabética no nível alfabético.
A introdução sistemática das famílias silábicas não é o modo mais indicado para ajudar alunos alfabéticos a evoluir em suas concepções sobre a escrita. E muito mais indicado encorajá-los a refletir sobre a pronúncia para pensar a escrita. A percepção auditiva entra como matéria-prima em todo o trabalho de inteligência, e o fato de nossa língua não ser inteiramente fonética implica, subsidiariamente, uma elaboração mental dos elementos ouvidos para chegar à escrita.
Nesta proposta didática, sugere-se desenvolver um trabalho com sílabas começando pela sua identificação parcial, pelo desmembramento das palavras em todas as suas sílabas e pela montagem de palavras por meio de sílabas, só chegando às famílias silábicas através das descobertas dos próprios alunos.
O professor deve permitir ao aluno explorar ao máximo o mundo das palavras, das frases, dos textos e das letras, incentivando-o a extrair o máximo de conhecimentos por conta própria, e só entrar com a sistematização clássica se for necessário, e da forma mais construtiva possível, sem nenhuma ordenação de dificuldades.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O TRABALHO COM SÍLABAS
No trabalho com sílabas é preciso levar em conta as condições cognitivas das crianças, que concernem a:
  •  distinção de uma só sílaba na palavra escrita;
  •  distinção estável de todas as sílabas das palavras (classificar palavras de acordo com o número de sílabas);
  •  possibilidade de considerar sílabas independentemente da sua inserção em palavras concretas;
  •  condições para classificar sílabas de acordo com o número de letras que a constituem, letra inicial ou final da sílaba etc.
As atividades propostas devem envolver palavras de um universo semântico vinculado ao interesse dos alunos: nomes de animais, partes do corpo, personagens de histórias, novelas e outros, ou de palavras que surgem na sala de aula.
  •  Atividades para completar a primeira ou a última sílaba dos nomes ou palavras com material concreto (fichas, jogos).
  •  Ligar nomes às sílabas iniciais.
  •  Jogos: mico preto, bingo, memória, dominó (com palavras ou nomes e silabas iniciais ou finais).
  •  Fazer correspondências de todas as silabas de uma palavra com a palavra correspondente.
  •  Completar fichas de palavras com as letras que faltam (usando o alfabeto móvel).
  •  Classificação de palavras com o mesmo número de sílabas.
  •  Constituição de palavras com sílabas e alfabetos móveis.
  •  Separação de palavras em sílabas (com fichas para recortar e colar ou por escrito).
  •  Separação e registro do número de silabas das palavras da frase.
Exemplo:
PEDRO ESTÁ DOENTE
    (   )       (   )        (   )
  •  Escrita de palavras e nomes que iniciam ou terminam com uma determinada sílaba.
  •  Adivinhações de palavras através de pistas do professor.
O TRABALHO COM LETRAS
Desde o início da psicogênese, as crianças têm contato com letras, palavras, frases e textos e também de alguma forma com as sílabas (ao menos oralmente).
É de muita importância trabalhar simultaneamente as letras, sílabas, palavras e textos em todos os níveis. Apenas para fins didáticos, separamos as sugestões de atividades por unidades lingüísticas.
O trabalho com letras é feito desde o início da escolarização através dos níveis pelos quais a criança passa. Esse trabalho é também indispensável no nível alfabético (mesmo com crianças já alfabéticas, isto é, que lêem e escrevem alfabeticamente).
SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O TRABALHO COM LETRAS
  •  Alfabetos variados (tamanho, forma de letra, material) para montagem de palavras ou frases mediante desafios interessantes do professor.
  •  Num monte de letras, solicitar à criança que encontre todas as letras de seu nome. Separar as letras dos nomes dos colegas do grupo.
  •  Reescrever as palavras do álbum ou dicionário já montados nos níveis anteriores.
  •  Construir dados de letras (4 dados com as 26 letras do nosso alfabeto).
  •  Jogos industrializados ou criados pelos alunos e professor (inclusive de ordem ortográfica).
Extraído: Fonte escola ativa, Fundescola








CARACTERISTICA DA ESCRITA E DA LEITURA - SILABICO ALFABÉTICO

NÍVEL SILÁBICO-ALFABÉTICO
Para a criança silábica é impossível ler o que as pessoas escrevem convencionalmente. A criança acha que sempre sobram letras na escrita convencional, ou seja, tem mais letras nas palavras do que os sons emitidos na fala.
A criança silábica entra em conflito porque sabe que, nos livros e nas escritas de pessoas alfabetizadas, a grafia é correta, e que essas pessoas têm a autoridade de saber ler e escrever.
O confronto entre grafias corretas de palavras e o tipo de escrita silábica (em vias de ser abandonada) produzida pela criança, é fonte de reflexão e ajuda na passagem para o nível silábico-alfabético, porque a criança percebe a necessidade de colocar mais letras do que as que põem no nível silábico.
As crianças neste nível aumentam o número de letras em suas escritas de duas formas:
 Ou voltam a escrever com muitas letras e com quaisquer letras abandonando a hipótese silábica;
 Ou continuam escrevendo silabicamente, acrescentando no final da palavra que escrevem mais letras aleatoriamente, conservando em parte a hipótese do nível silábico, podendo haver conflito entre a escrita silábica e a quantidade mínima de letras.
Tais comportamentos confundem muitos os professores/alfabetizadores, que precisam estar atentos para entender e analisar essas situações.
Este tipo de solução, de aumentar o número de letras é que caracteriza o nível silábico-alfabético, apesar de ser uma solução que resolve apenas uma parte do problema.
A criança escreve então, nas palavras, algumas sílabas só com uma letra e outras sílabas com duas letras. Mas ainda vai persistir o problema da decodificação, de como ler o que escreveu.

CARACTERÍSTICAS DA ESCRITA E DA LEITURA
  •  conflito entre a hipótese silábica e a exi¬gência de quantidade mínima de caracteres.
  •  Dificuldades da criança em coordenar as hipóteses que foi elaborando no curso dessa evolução, assim como as informações que o meio ofereceu.
  •  A criança descobre que a sílaba não pode ser considerada como unidade, mas que ela é composta de elementos menores - as letras. Enfrenta novos problemas:
  •  no eixo quantitativo, percebe que uma letra apenas não pode ser considerada síla¬ba porque existem sílabas com mais de uma letra. Assim, sem nenhum critério, vai aumen-tando o número de letras por sílabas.
  •  no eixo quantitativo, a criança percebe que a identidade do som não garante a identidade das letras, nem a identidade das letras, a do som. Existem letras com a mesma grafia e vários sons. Descobre que existem sons iguais com grafias diferentes e que, na maioria das vezes, não se fala o que se escreve e não se escreve o que se fala.
  •  A criança procura acrescentar letras à escrita da fase anterior (silábica).
  •  Grafa algumas sílabas completas e outras incompletas (com uma só letra por sílaba). Usa as hipóteses dos níveis silábico e silábico-alfabético ao mesmo tempo.
  •  A ausência de letras em sua escrita não pode ser considerada pelo professor como omissão ou retrocesso. Porque, na verdade, é uma progressão nos níveis conceituais.
  •  As crianças esbarram na leitura e escrita de palavras que são iniciadas por vogais. Como saída, elas podem fazer a inversão das letras tanto na leitura como na escrita.

TRABALHANDO COM LETRAS, PALAVRAS, SÍLABAS E TEXTOS
Em todo processo de alfabetização, deve-se cuidar para que todas as atividades de leitura e escrita propostas aos alunos apare¬çam contextualizadas e associadas a uma sig-nificação, isto é, ligadas a aspectos da vida das crianças ou as atividades que realizam em sala de aula ou em casa.
Os jogos, as brincadeiras, as rodas de con¬versa, a troca de idéias entre os alunos, e mesmo um pouco de competição entre eles, tornam a aprendizagem um processo de cons-trução do conhecimento por eles mesmos.
É muito importante que o professor saiba que tipos de atividades deverão ser desenvol¬vidas para que as crianças avancem nos ní¬veis conceituais da escrita e da leitura e nos seus estágios de desenvolvimento cognitivo.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
  •  jogos e atividades variadas com alfa¬beto móvel e silabas móveis;
  •  caça-palavras;
  •  cruzadinhas;
  •  jogos de memória, bingo, dominós diversos;
  •  leitura e interpretação oral de diferen¬tes textos, poesias, músicas, parlendas, textos do aluno e do professor, notícias, reportagens, bulas de remédio etc.;
  •  produção de textos coletivos;
  •  adivinhações, trava-línguas, quadrinhas, anedotas;
  •  listas, anúncios, propagandas;
  •  análise e síntese de palavras significativas;
  •  escritas espontâneas, autoditado; e leitura de livrinhos de literatura, jornais e revistas (em grupo ou individual);
  •  classificação e seriação de palavras;
  •  recortes, dobraduras, pinturas, encaixes - propiciam às crianças novas formas de expressão e o uso, em sua linguagem, de novas palavras;
  •  oficina de histórias, reconto, reescrita;
  •  diálogos, entrevistas e reportagens surgidos nas situações cotidianas; e transcrição de receitas, brincadeiras, piadas; e recorte de figuras ou palavras para montagem de álbuns ou dicionários;
  •  recontar vídeos, excursões, experiências; e reestruturar frases de poesias, parlendas ou músicas que os alunos já sabem de cor; e localizar palavras num texto, copiá-las separando suas sílabas num diagrama.
São inúmeras as possibilidades de trabalhar a linguagem oral e escrita no nível silá-bico- alfabético, pois, nesse nível, as crianças apresentam um desenvolvimento acelerado, já iniciando a leitura e a escrita de forma mais independente.




CARACTERISTICA DA ESCRITA E DA LEITURA - SULÁBICO

NÍVEL SILÁBICO
Quando a criança sai do nível pré-silábico e entra no nível silábico, ela deixa de apoiar-se em idéias de “aspectos figurativos” do referente à palavra que o representa, ou seja, cada palavra é sempre escrita com as mesmas letras; começa a ver que tudo que se diz se escreve.
Neste nível, a criança encontra uma nova formula para entrar no mundo da escrita, descobrindo que pode escrever uma letra para cada sílaba da palavra e uma letra por palavra na frase.
CARACTERÍSTICA DA ESCRITA E DA LEITURA

  •  A vinculação entre escrita e pronúncia – parte do que se fala corresponde à parte da escrita. A criança trabalha com a hipótese de que a escrita representa partes sonoras da fala.
  •  Correspondência quantitativa de sílabas orais – uma letra para cada sílaba na palavra, uma letra para cada palavra na frase ou uma letra por sílaba oral também na frase. Há crianças que não escrevem nada para verbos.
  • Tudo que se diz se escreve.
  •  Tentativa de dar um valor sonoro a cada uma das letras que compõem uma escrita.
  •  Podem desaparecer momentaneamente as exigências de variedade e de quantidade mínima de caracteres.
  •  Conflito cognitivo entre as exigências de quantidade mínima e a escrita silábica de palavras dissílabas e monossílabas.
  •  A criança busca sempre as unidades menores que compõem a totalidade que tenta representar por escrito.
  •  Leitura e escrita começam e ser vistas como duas ações com certo tipo de interligação coerente.
  •  As crianças podem estar num nível na escrita e em outro na leitura.
TRABALHANDO COM PALAVRAS

As crianças já começam a vincular a fala à escrita, por isso são exploradas as vinculações sonoras – a divisão das palavras em tantas letras quantas forem suas sílabas orais.
Quando se tornam silábicas, associam uma letra para cada sílaba.

TRABALHANDO COM TEXTOS
  • É muito importante o trabalho com leitura de histórias infantis.
  • Histórias poderão surgir desenhos e dos desenhos possíveis histórias.
  • O trabalho com diferentes textos, parlendas, músicas, poesias, entre outros, propicia no nível silábico um trabalho fecundo com rimas, análises sonoras de palavras, remontagem de texto com frases fatiadas ou fatiadas em palavras.
  • O reconto e a reescrita também estará entre as inúmeras atividades didáticas deste nível.
ATIVIDADES QUE ENVOLVAM FRASES E TEXTOS PARA FACILITAR O DISCURSO ORAL E TEXTO ESCRITO
  •  Elaborar textos coletivos;
  •  Transcrição de contos e brincadeiras, histórias inventadas pelas crianças,
  •  Reconto e reescrita de histórias;
  •  Leitura de poesias, músicas, parlendas, histórias e outros textos significativos e previamente memorizados;
TRABALHANDO COM LETRAS, PALAVRAS E TEXTOS

  •  Análise sonora sobre as iniciais dos nomes próprios e palavras significativas;
  •  Desmembramento oral dos nomes e das palavras em sílabas (pedacinhos); pronúncia pausada das palavras, solicitando-se aos alunos que contem os pedacinhos.
  •  Classificação de palavras com o mesmo número de sílabas (pedacinhos) que iniciam com a mesma letra;
  •  Completar lacunas em textos e palavras;
  •  Jogos variados com imagens e letras iniciais, com imagens e palavras;
  •  Dicionário ilustrado com desenhos ou gravuras e escrita dos respectivos nomes do jeito de criança;
  •  Auto-ditado, listas, escritas espontâneas diversas;
  •  Ditado de palavras e frases para diagnóstico do nível conceitual dos alunos;
  • Ditado feito pelos próprios alunos, cada um falando uma palavra;
  •  Ditado com imagem para os alunos escreverem apenas a letra inicial;
  •  Ditado para si mesmo; os alunos pensam o seu próprio ditado e após a atividade o professor ouve o que cada alunos quis escrever;
  •  Ditado para o professor; os alunos ditam palavras ou frases para o professor escrever no quadro negro e ainda ditam como deve escrevê-las, depois de escrever nas versões dos alunos o professor mostra como é escrito nos livros;
  •  Colocar letras em ordem alfabética;
  •  Montar com alfabeto móvel nomes e palavras livremente;
  •  Construir conjuntos de nomes e palavras para cada letra do alfabeto; expor na sala;
  •  Completar palavras com a primeira letra (usar o alfabeto móvel);
  •  Contar o número de palavras de cada frase;














CARACTERÍSTICA DA ESCRITA E DA LEITURA - PRÉ SILABICO

  •  As crianças não vislumbram que a escrita tem a ver com a pronúncia das partes de cada palavra.
  •  As crianças produzem riscos e/ou rabiscos típicos da escrita que tem como forma básica a letra de imprensa ou a cursiva, podendo então realizar rabiscos separados com linhas curvas ou retas ou rabiscos ondulados e emendados.
  •  As crianças fazem tentativas de correspondência figurativa entre a escrita e o objeto referido.
  •  Somente quem escreve pode interpretar o que está escrito.
  •  As crianças usam os mesmos sinais gráficos (letras convencionais ou símbolos, ou mesmo pseudoletras - letras inventadas pela criança) para escrever tudo o que deseja.
  •  As crianças acham que os nomes das pessoas e das coisas têm relação com o seu tamanho ou idade: as pessoas, animais ou objetos grandes devem ter nomes grandes; os objetos ou pessoas pequenas, nomes pequenos. Presença marcante do realismo nominal.
  •  As crianças não separam números de letras, já que ambos os caracteres envolvem linhas retas ou curvas.
  •  As crianças acreditam que se escrevem apenas os nomes das coisas (substantivos).
  •  As crianças só entendem a leitura de desenhos, gravuras, não diferenciando texto de gravura.
  •  A leitura é global.
  •  A letra inicial é suficiente para identificar uma palavra ou nome.
  •  As crianças acreditam que para poder ler não podem haver duas letras iguais, uma ao lado da outra.
  •  Reconhecem que as letras desempenham um papel na escrita. Compreendem que somente com as letras é possível escrever.
  •  A vinculação com a pronúncia ainda não é percebida.
  •  A ordem e a qualidade das letras não são ainda fundamentais para a distinção de uma palavra de outra. Duas palavras podem ser pensadas como sendo a mesma, porque possuem certas letras iguais.
  •  As crianças já descobriram, quando lhes são apresentados materiais gráficos, que coisas diferentes têm nomes diferentes. Imprimem, então, diferenças nas grafias das palavras, muitas vezes mudando apenas a ordem das letras, principalmente quando possuem poucos recursos gráficos (usam poucas letras ou pseudoletras).
  •  Eixo qualitativo - para que seja possível ler ou escrever uma palavra, torna-se necessária uma variedade de caracteres gráficos.Eixo quantitativo - as crianças, de modo geral, exigem um mínimo de três letras para ler ou escrever uma palavra. 
  •  Os critérios de variedade e quantidade permanecerão durante bastante tempo e concorrerão para o aparecimento de muitos conflitos para as crianças; entretanto, eles são benéficos por gerarem situações de incoerência e insatisfação, forçando a busca de novas formas de interpretação.
  •  As crianças fazem sempre uma correspondência global quando lêem palavras ou orações; não percebem ainda as partes. Também não fazem a correspondência, termo a termo, entre o que é falado e o que está escrito.
  •  A ordem das letras na palavra não é importante.
  •  Categorias lingüísticas (letra, palavra, frase, texto) não são bem definidas.
SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O NÍVEL PRÉ-SILÁBICO
  •  Trabalho intenso com os nomes das crianças, destacando as letras iniciais - atividades variadas com fichas, crachás e alfabeto móvel.
  •  Contato com farto e variado material escrito - revistas, jornais, cartazes, livros, jogos, rótulos, embalagens, textos do professor e dos alunos, músicas, poesias, parlendas, entre outros.
  •  Observação de atos de leitura e escrita.
  •  Hora de leitura - livros, revistas e jornais à escolha da criança.
  •  Atividades de escrita espontânea - listas, relatórios, auto-ditado.
  •  Atividades para distinção de letras e numerais.
  •  Manipulação intensa do alfabeto móvel.
  •  Desenho livre, pintura, modelagem, recorte, dobradura.
  •  Classificação de palavras ou nomes que se parecem  as que começam com a mesma letra, as que possuem o mesmo número de letras, palavras grandes e pequenas etc.
  •  Memorização de como se escrevem algumas palavras (fonte de conflito).
Jogos diversos
  •  Bingo de letras, de iniciais de nomes, de nomes e outros,
  •  Memória de letras, nomes, desenhos;
  •  Dominós associando nomes e iniciais, desenhos, letras;
  •  Baralho de nomes, figuras;
  •  Quebra-cabeças variados com gravuras, nomes, letras;
  •  Pescaria de nomes, letras iniciais ou de letras do alfabeto.
Jogos com cartões:
  •  Parear cartões com nomes iguais;
  •  Parear cartões com desenhos;
  •  Parear cartões com letras.
Jogos com o alfabeto móvel:
  •  Cobrir fichas ou crachás;
  •  Formar o próprio nome e os dos colegas à vista do modelo;
  •  Separar e agrupar letras iguais;
Álbuns:
  •  Rótulos e embalagens;
  •  Nomes e retratos ou auto-retrato;
Jogos e brincadeiras orais:
  •  rimas;
  •  adivinhações;
  •  telefone sem fio;
Outras atividades e brincadeiras:
  •  Leitura de poesias e quadrinhos, parlendas, músicas etc.
  •  Planejamento da rotina do dia;
  •  avaliação dos trabalhos do dia;
  •  produção de texto oral – coletivo;
  •  etiquetação de objetos;
  •  interpretação de imagem
  •  interpretação oral de textos;
  •  reescrita com representação através de desenhos do texto trabalhado;
  •  escritas espontâneas.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

PARABÉNS PROFESSORES

As bolas de papel na cabeça,

Os inúmeros diários para se corrigir,
As críticas, as noites mal dormidas...
Tudo isso não foi o suficiente
Para te fazer desistir do teu maior sonho:
Tornar possíveis os sonhos do mundo.
Que bom que esta tua vocação
Tem despertado a vocação de muitos.
Parece injusto desejar-te um feliz dia dos professores,
Quando em seu dia-a-dia
Tantas dificuldades acontecem.
A rotina é dura, mas você ainda persiste.
Teu mundo é alegre, pois você
Consegue olhar os olhos de todos os outros
E fazê-los felizes também.
Você é feliz, pois na tua matemática de vida,
Dividir é sempre a melhor solução.
Você é grande e nobre, pois o seu ofício árduo lapida
O teu coração a cada dia,
Dando-te tanto prazer em ensinar.
Homenagens, frases poéticas,
Certamente farão parte do seu dia a dia,
E quero de forma especial, relembrar
A pessoa maravilhosa que você é
E a importância daquilo do seu ofício.
É por isto que você merece esta homenagem
Hoje e sempre, por aquilo que você é
E por aquilo que você faz.
Felicidades!!!


(autor desconhecido)



sábado, 18 de setembro de 2010

GINÁSTICA HISTORIADA - ÁRVORE

A SEMENTE, COM O VENTO,
CAIU NA TERRA FOFINHA.
VEIO A CHUVA, VEIO O SOL
E BROTOU A SEMENTINHA.



O CAULE FOI PARA CIMA,
A RAIZ FIRMOU NA TERRA.
A PLANTINHA FOI CRESCENDO
BEM LÁ NO ALTO DA SERRA.



HOJE TEM FRUTOS E FLORES.
E AS FOLHINHAS? TÃO BELAS!
PARECE ATÉ QUE O VENTO
BRINCA DE PIQUE COM ELAS.



DELA TUDO RECEBEMOS
ATÉ A SOMBRA DA RAMADA.
EU CHEGO MESMO A PENSAR
QUE ALI MORA UMA FADA.

Autora: Luciana Maria M. Passos


GINÁSTICA HISTORIADA



♥ Imaginem que vocês são o vento (balançar os braços abertos, pra lá e prá cá).
♥ Imaginem que vc são as sementinhas (alunos agachados, bem quietinhos).
♥ A plantinha foi crescendo (alunos se levantam devagar e abrem bem os braços).
♥ Agora, o sol está batendo nos seus galhos (esticar bem os braços).
♥ Agora vamos descansar, que a noite chegou (descer os braços e ficar em posição bem relaxada).
♥ Amanheceu e as árvores saúdam o sol (elevar os braços com suavidade para o alto.)
♥ Agora vamos descansar à sombra da árvore (alunos recostados)



Fonte: Brincando no Palco

CORRE-CORRE TRANSITO - MOVIMENTO

No pátio da escola, os alunos vão desenhar com giz várias ruas e, nelas, faixas de pedestre, aquelas listras brancas que existem em quase toda a esquina e que é o lugar certo para se atravessar a rua.
Quando você der o sinal, o pegador tem de tentar pegar os pedestres, mas o pique, o lugar onde não vale pegar, é na faixa de pedestre. Quem estiver na faixa de pedestre não pode ser pego! Quando o carro pegar alguém,eles trocam de lugar.
Professor, para essa atividade você vai precisar de giz e de um espaço amplo. E as ruas podem ser desenhadas como uma espécie de labirinto, lembrando de colocar as faixas de pedestre nas esquinas, que serão os piques. Atravessar nas faixas de pedestre é uma das formas de se prevenir o atropelamento,e isso deve ficar claro durante a brincadeira. Ao final da atividade, discuta com as crianças sobre o perigo de sermos atropelados e sobre o que podemos fazer para evitar isso.

CORES QUENTES E FRIAS - MANDALAS

As cores quentes são associadas ao sol e ao fogo: amarelo, laranja e vermelho.São aquelas que nos tansmitem s sensção de calor.
As cores frias são associadas à água, ao gelo, ao céu e as árvores.São aquelas que nos transmitem sensação de frio.
Sensações: fria - calma, leveza,frio, úmida
                  quente: sede, fome, calor.



Distibuir uma madala para cada ciança, pedindo que pinte com cores quentes ou frias e depois montar um painel na sala

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

HISTORIA DAS CORES

Em uma fábrica, viviam alguns papeis, eram todos brancos e estavam cansados disso.
Um dia, eles resolveram correr o mundo para mudar de cor e só um dele ficou dormindo ( o papel branco).
O primeiro engatou-se num pé de vento, na escuridão da noite, depois , caiu preto, pretinho, da cor da noite, como ele ficou?(Preto)
Para escapar do vento o segundo papelzinho deitou no chão.Arrastou-se tanto na terra, que ficou marrom.Como ele ficou? (Marrom).
Outro papelzinho, muito esperto esperou passar o vento, deitou-se ao sol e foi tingido pelos seus raios dourados, ficou amarelo, amarelo...(amarelo)
Sabe o que aconteceu com os outros papelzinhos???
Um se atirou no mar azul e ficou da cor dele. (azul).
Outro foi parar numa floresta muito verde como tudo que estava lá (verde).
Coitado deste, arranhou-se nos espinhos, sangrou e ficou todo listrado de vermelho.
Outro caiu num jardim florido de todas as cores, como será que ele ficou (estampado com flores pequenas)
E aquele papelzinho que ficou dormindo lá na fabrica?Como será que ele ficou?(Branco)
Isso mesmo, ele continuou branco sabe por que?Porque gosta de branco, branquinho, limpinho,como o coração das crianças.
Os papeizinhos descobriram que a natureza é uma festa de cores.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

POESIA

 AS BORBOLETAS
Brancas
Azuis
Amarelas
E pretas
 brincam
na luz
As belas Borboletas
Borboletas brancas
são alegres e francas
Borboletas azuis
Gostam muito de luz.
As amarelinhas
são tão bonitinhas!
E as pretas, então...
Oh! que escuridão
Poesia de Vinicius de Morais
Trabalhar com a poesia através da leitura, interpretação, desenhos. dramatizações.etc.
trabalhar a leitura e interpretação da obra de arte de Romero Brito

terça-feira, 7 de setembro de 2010

MARCHA SOLDADO - SEMANA DA PÁTRIA

OBJETIVO:Reconhecer os nomes dos outros alunos da sala.
Trabalhar a atenção, a agilidade e a sequência.
Depois de confeccionar com os alunos o chapéu de soldado, oriente as crianças a escrever seus nomes neles.Depois, leve as crianças ao pátio da escola, e peça que formem um círculo.Em seguida, determine que cada criança entregue o seu chapéu para o colega que esta ao lado, enquanto cantam a música:
"Marcha soldado,cabeça de papel
Se não marchar direito vai preso pro quartel
O quartel pegou fogo, Francisco deu sinal
Acode, acode,acode a Bandeira nacional.
Quando a música acabar,os alunos deverão identificar o nome que esta escrito no chapéu e, então, entrega-lo ao seu dono.
Obs.Trabalhar a troca do chapéu sem a música, aumentando o desafio colocar a música.

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

HISTÓRIA: Era uma vez um país maravilhoso onde cantavam muitos e muitos sabias. Agora já não são tantos assim. Mas o país ainda é maravilhoso. Sabe qual é?

Muito bem!
Corre a notícia que este país de encantos mil, chamado.....Que Pedro Álvares Cabral o descobriu, ficou sendo de Portugal, onde viviam um rei e uma rainha que nele moravam por muito tempo.
Eles tinham um filho, o príncipe Dom Pedro.
Um dia, o rei e a rainha tiveram que voltar para Portugal e o príncipe menino ficou para governar o belo país.
Mas ele cresceu, e cresceu também seu amor por essa terra e do povo por ele.
Um dia, estava o príncipe montado em seu cavalo, às margens do rio Ipiranga, quando recebeu uma mensagem para que deixasse o Brasil e partisse para Portugal.
Dom Pedro não gostou nada disso. Tirou sua espada da bainha e, levantando-a, encheu-se de coragem e gritou: “INDEPENDÊNCIA OU MORTE”.
Desse dia em diante, pela bravura do príncipe, o Brasil deixou de pertencer a Portugal e todos continuaram sonhando em viver felizes para sempre.

DOBRADURAS:
chapéu:
ESPADA : Enrolar a folha de jornal na diagonal,partindo de uma ponta, até a outra extremidade, colar a ponta do rolinho formado.
Dobrar uma das pontas para cima, de maneira a formar uma espécie de alça, que deve ser fixada com fita adesiva.
Desenhe e recorte um círculo com 10 cm de diâmetro no papel catão amarelo e outro com 4 cm de diâmetro , no papel catão verde, colem a menor no centro da maior.
Faça, com a tesoura, um pequeno recorte em forma de cruz no centro dos dois círculos.Então,passar o "rolinho"de jornal por dentro do orifício feito anteriormente até a circunferência ficar logo acima da alça.



quarta-feira, 25 de agosto de 2010

TEATRO COM FANTOCHES

Eu assisti ao teatro dessas professoras maravilhosas,  fiquei encantada e pedi para compartilhar no blog, elas gentilmente cederam as imagens desse lindo trabalho.
São professoras da EMEI Escola Oswaldo Rodrigues da Silva, pré II - manhã - Santa Isabel.Foi uma apresentação com fantoches sobre a dengue.
Usando uma mesa, cabos de vassouras e TNT, elas criaram um cenário encantador,

Usando fantoches feitos de espuma, colher de pau, garrafa pet, elas encantaram as crianças e os
adultos que estavam assistindo.


Observando o interesse das crianças tenho certeza  que aprenderam bastante sobre a dengue, em uma aula divetida  e interessante para eles. 
Essas são as professoras criativas e comprometidas com o seu tabalho de educadoras.

  
Professora Bernadete, Mayara e Célia.
Amigas, parabéns pelo lindo trabalho, e muito obrigada por dividir com nós a competência de voces.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

BRINCAR COM PARLENDAS

O GATO E O RATO
As crianças de mãos dadas formam um circulo, ficando dentro o "rato" e fora o "gato". O "gato" corre atrás do "rato" e ambos contomam os(as) companheiros(as) de roda, por baixo de seus braços. A brincadeira termina quando o "gato" consegue pegar o "rato". Outras duas crianças começam a repetir a brincadeira.
Enquanto o gato corre atrás do rato as crianças da roda recitam a parlenda:
CORRE, RATINHO
QUE O GATO TEM FOME
CORRE, RATINHO
QUE O GATO TE COME
Tabalhando o ritmo rápido, devagar, baixo, alto, fino, grosso, etc.

OS DEDINHOS
Diga aos alunos que observem bem as suas mãos. Ensinem a parlenda:
MINDINHO,
VIZINHO,
PAI DE TODOS,
FURA BOLO,
E MATA PIOLHO.
Peça que contornem com o lápis, numa folha de papel sulfite, uma das mãos.A seguir eles podem assinalar na figura, o dedo maior e o dedo menor ou escrever a palenda em cada dedinho, etc.

SUGESTÕES DE ATIVIDADE COM PARLENDAS:
  • Dramatização
  • ilustrar a parlenda com desenhos, dobraduras, colagens, etc.
  • fatiar e ordenar a parlenda
  • brincadeiras de ritmos - rápido, devagar, grosso, fino, etc
  • adivinhar parlendas, dando palavra chave. Ex. piano, cachimbo, etc.
  • completar parlendas (palavras faltosas) com banco de palavras
  • completar parlendas oralmente.Começa a frase da parlenda e na última palava da frase a professora pára e a ciança completa.
  • Advinhar parlendas a partir de uma palavra sorteada.