segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

DINAMICA

Esta dinamica pode ser usada como Ginastica Historiada nos primeiros dias de aula.

  Um garotinho chamado Amor


 PAZ: Troca de lugar

AMOR: Um abraço

ÉTICA: Aperto de mão

SOLIDARIEDADE: Dá um giro em torno de si mesmo

BEM VINDOS: Bater palmas

 

         Era uma vez, um garotinho chamado AMOR. Ele sonhava sempre com um mundo diferente, cheio de ÉTICA.

         Um certo dia AMOR teve um sonho revelador, que a vida e o seu mundo só teriam sentido quando todos colocassem em prática a SOLIDARIEDADE e a PAZ. Ao acordar o AMOR partiu em busca de construir sua utopia.

         Chegando à escola onde estudava encontrou seus amigos com um sorriso nos lábios e cheios de PAZ. Neste instante AMOR começou a perceber que o sorriso dos seus amigos transmitia PAZ e que SOLIDARIEDADE e a ÉTICA existem no interior de cada um de nós, basta saber resgatá-las e compartilhá-las com todos.

         Neste momento, um amigo perguntou:

         - AMOR, você encontrou um mundo cheio de ÉTICA que procurava?

O AMOR alegre respondeu:

         - Sim encontrei! Ele existe na nossa essência humana, basta sabermos nos colocar no lugar do outro e assim, o AMOR, a ÉTICA, a SOLIDARIEDADE neste mundo brotarão.

         E assim com muita paz desejamos sejam BEM VINDOS!

 

HISTÓRIAS DE CARNAVAL

Um carnaval diferente
  (Autora: Lívia Fagundes Neves)
Carolina é uma menina que tem nove anos e mora no Rio de Janeiro.Ela adora estudar e brincar com seus amigos depois da escola. Sua brincadeira favorita é “escolinha” e ela gosta sempre de imaginar que é a professora. Certo dia, após a aula, quando Carolina ia ao encontro de suas amigas para brincar, sua mãe lhe chamou para arrumar as malas: elas iriam viajar e aproveitar o carnaval de 2005 na praia. Carol, como era chamada, ficou animada, deixaria de brincar com suas colegas, mas, no dia seguinte, iria para a praia encontrar com sua prima Filó, também de nove anos, de quem ela tanto gostava. No dia seguinte, após uma longa noite de espera e ansiedade, Carol e sua mãe acordaram bem cedo, tomaram café e pegaram a estrada. Elas estavam radiantes! Aquele seria um ótimo carnaval! Após uma breve viagem, as duas chegaram à cidade desejada! A praia estava linda! Mas... Não tinha ninguém aproveitando aquela maravilha. As duas se olharam e acharam muito estranho aquilo! O dia estava ótimo e já era carnaval. Deveria ter um monte de gente pulando na rua e aproveitando o dia. Apesar da frustração, as duas continuaram seguindo até a casa da prima. No caminho, também não viram sinal de alguém. Carol olhou o relógio, já passavam das 14 horas e onde estariam todos? Chegando à casa de Filó, tocaram a campainha! A mãe de Filó, chamada Rita, após quase dez minutos, atendeu a porta. E para a surpresa de Carol, Rita muito abatida! Parecia doente, tinha olheiras e estava com febre. As visitantes, muito assustadas, perguntaram o que estava acontecendo e Rita respondeu que metade da cidade havia acordado doente naquela manhã, domingo de carnaval, parecia com uma gripe muito forte. A prima Filó nem conseguiu sair da cama. As duas não sabiam o que fazer, pensou em voltar para a sua cidade, mas ficaram com pena de seus parentes e resolveram ficar para ajudar. Acabaram passando o resto do carnaval cuidando das pessoas daquela casa. Na quarta-feira de cinzas todos já estavam melhores... Assim como quase toda a população daquela cidadezinha praiana. Haviam sido medicados e descoberto que um vírus muito forte foi o causador daquele estrago. Naquela tarde de quarta-feira Carol e sua mãe foram voltaram para casa, esperaram tanto por aquele carnaval na praia e nem podiam imaginar que seriam tão úteis ajudando seus parentes a melhorassem daquela doença. Partiram mas prometeram a Rita, a Filó e a si mesmas que o próximo carnaval seria diferente! Elas iriam fazer muita folia e pular bastante, ao som de um bom samba!
Um carnaval diferente
  (Autora: Lívia Fagundes Neves) Carolina é uma menina que tem nove anos e mora no Rio de Janeiro.Ela adora estudar e brincar com seus amigos depois da escola. Sua brincadeira favorita é “escolinha” e ela gosta sempre de imaginar que é a professora. Certo dia, após a aula, quando Carolina ia ao encontro de suas amigas para brincar, sua mãe lhe chamou para arrumar as malas: elas iriam viajar e aproveitar o carnaval de 2005 na praia. Carol, como era chamada, ficou animada, deixaria de brincar com suas colegas, mas, no dia seguinte, iria para a praia encontrar com sua prima Filó, também de nove anos, de quem ela tanto gostava. No dia seguinte, após uma longa noite de espera e ansiedade, Carol e sua mãe acordaram bem cedo, tomaram café e pegaram a estrada. Elas estavam radiantes! Aquele seria um ótimo carnaval! Após uma breve viagem, as duas chegaram à cidade desejada! A praia estava linda! Mas... Não tinha ninguém aproveitando aquela maravilha. As duas se olharam e acharam muito estranho aquilo! O dia estava ótimo e já era carnaval. Deveria ter um monte de gente pulando na rua e aproveitando o dia. Apesar da frustração, as duas continuaram seguindo até a casa da prima. No caminho, também não viram sinal de alguém. Carol olhou o relógio, já passavam das 14 horas e onde estariam todos? Chegando à casa de Filó, tocaram a campainha! A mãe de Filó, chamada Rita, após quase dez minutos, atendeu a porta. E para a surpresa de Carol, Rita muito abatida! Parecia doente, tinha olheiras e estava com febre. As visitantes, muito assustadas, perguntaram o que estava acontecendo e Rita respondeu que metade da cidade havia acordado doente naquela manhã, domingo de carnaval, parecia com uma gripe muito forte. A prima Filó nem conseguiu sair da cama. As duas não sabiam o que fazer, pensou em voltar para a sua cidade, mas ficaram com pena de seus parentes e resolveram ficar para ajudar. Acabaram passando o resto do carnaval cuidando das pessoas daquela casa. Na quarta-feira de cinzas todos já estavam melhores... Assim como quase toda a população daquela cidadezinha praiana. Haviam sido medicados e descoberto que um vírus muito forte foi o causador daquele estrago. Naquela tarde de quarta-feira Carol e sua mãe foram voltaram para casa, esperaram tanto por aquele carnaval na praia e nem podiam imaginar que seriam tão úteis ajudando seus parentes a melhorassem daquela doença. Partiram mas prometeram a Rita, a Filó e a si mesmas que o próximo carnaval seria diferente! Elas iriam fazer muita folia e pular bastante, ao som de um bom samba!

domingo, 13 de janeiro de 2013

HISTÓRIAS DE CARNAVAL

O carnaval de João e Amanda
(Autora: Lívia Fagundes Neves)
Amanda estava animada. Ela estava de férias com sua família em um lugar fantástico: o Rio de Janeiro. O hotel era maravilhoso. Havia uma piscina, um jardim e estavam perto da praia! O Irmão de Amanda, João, também estava muito animado. Era tempo de carnaval no Rio e, naquela noite, aconteceria uma grande festa na rua. Todo mundo usava roupas maravilhosas, de diferentes cores: verde, azul, vermelho, roxo, e até dourado e prateado. Amanda e João queriam ir à festa, mas não tinham nenhuma roupa de carnaval. Então, tiveram a ideia de ir a uma loja e comprar fantasias. Assim, eles saíram do hotel com seus pais e foram para o centro de compras da cidade. Todas as lojas tinham roupas fantásticas. Eles entraram em uma loja bem grande. Amanda queria colocar uma roupa com uma capa especial, saia curta, camiseta azul, botas brancas e um chapéu de vaqueiro. João escolheu uma fantasia que tinha um par de calças vermelhas e amarelas, uma camisa verde e vermelha manchada, sapatos azuis, um chapéu de bobo e um nariz vermelho. Mas, na hora de pagar, os jovens trocaram tudo. Amanda comprou um vestido da cor de ouro e prata com sapatos de saltinho e João, uma fantasia de super-homem. Agora, eles estavam prontos para a festa! Quando a família estava voltando para o hotel, viram uma mulher alta, elegante em um belo vestido preto. Ela usava diamantes nos dedos, nos sapatos, na roupa e no cabelo. O gerente do hotel lhes informou que aquela era Diana Diamond, a famosa estrela de cinema. Contou também que aqueles diamantes eram de verdade e que custavam muito caro. Amanda e João foram para o quarto se aprontar para a festa. Às oito horas, os jovens com seus pais desceram ao restaurante para jantar. Eles comeram bife, batatas fritas e salada. De repente, todos ouviram alguém gritar: _ Meus diamantes se foram!!! Roubaram meus diamantes! Era Diana Diamond que saiu gritando e correndo do elevador do hotel. Assim que ouviram os gritos, os dois irmãos viram um homem, com uma fantasia de gato preto, fugindo com os diamantes nas mãos. Na rua havia milhares de pessoas vestindo trajes coloridos. Todo mundo estava dançando e cantando. A música era muito alta, mas mesmo com toda a confusão, os dois correram atrás do gato preto. Foi difícil vê-lo por causa da festa na rua mas João, que era muito esperto, o avistou de longe. O gato preto corria desesperadamente. Amanda não conseguiu seguí-lo mas João, muito ligeiro, estava quase alcançando o ladrão. De repente, o gato preto parou e caiu no chão, parecia estar com falta de ar e exausto de tanto correr. Então, João segurou o ladrão pelos braços e começou a gritar por ajuda. A polícia chegou, algemou o ladrão e o levou para a prisão. João retornou ao hotel na viatura e lá, juntos, polícia e mocinho, devolveram os diamantes a Diana Diamond. Ela ficou muito satisfeita, agradeceu imensamente e, em retribuição, convidou toda a família de João para comparecerem à sua festa de carnaval, que aconteceria no terraço do hotel. Naquela noite, Amanda, João e seus pais foram à festa de carnaval de Daiana. Tudo estava impecável, comida, fantasias, música e brincadeiras. Foi uma noite inesquecível! Joâo e sua família permaneceram por mais três dias no hotel. Fizeram uma bela amizade com Daiana e, até hoje, recebem notícias de seus filmes e do sucesso que ela faz pelo mundo afora